Grande parte da nossa vida é vivida a trabalhar, por isso a Liiv não podia deixar de lhe dedicar uma atenção especial. Neste Inside Job, não nos vai faltar assunto. Vamos falar tanto para quem trabalha das nove às cinco, como para quem é freelancer, tem um negócio próprio ou está naquela travessia do deserto que é estar desempregado.

Haverá espaço para falar de mobbying, de gestão de carreira, de entrevistas de emprego, de despedimentos, de liderança, de relações problemáticas, de desafios vários. Tudo o que possamos abordar de uma forma inclusiva, evitando soluções chave na mão que servem toda a gente.

Vamos partilhar perspectivas e promover a discussão e a reflexão. Não vão encontrar aqui as 10 formas de parecer confiante ou de motivar pessoas. As sugestões serão sempre fruto de uma experiência pessoal, directa ou indirecta, e um ponto de partida para cada uma, à sua medida, decidir o que é melhor para si mesma.

 

Somos no trabalho o que somos na vida

O principal motivo que nos leva a não gostar de fórmulas mágicas é, antes de mais, defendermos que somos no ambiente de trabalho a mesma pessoa que somos nas restantes áreas da nossa vida.

É claro que o contexto laboral tem implicações próprias e, por isso mesmo, vamos dar-lhe destaque. Mas essas nuances derivam apenas das circunstâncias.

Dou um exemplo: é muito pouco provável que uma pessoa que lida muito mal com críticas consiga encontrar, nuns milagrosos 5 passos, uma forma de lidar bem com elas numa reunião com o chefe, com os colegas ou (terror dos terrores) com os subordinados.

Recordo-me sempre do caso de um executivo (que conheci na época em que trabalhei em headhunting), criticado por ser pouco empático, que estranhava o facto de os trabalhadores não terem mudado de opinião, pois entretanto ele “até já sorria ao dizer bom-dia”. Ele tinha feito um esforço, mas não lhe vinha das tripas. Não era estrutural e, como em tudo na vida, a verdade funciona sempre melhor.

Na Liiv, acreditamos que qualquer mudança, para se reflectir numa reunião comercial, num encontro de quadros ou na percepção que os colegas têm de nós, obriga a um trabalho transversal de crescimento pessoal.

De nada vale treinar a firmeza do aperto de mão se a confiança não vier de dentro.

Como sempre, gostávamos muito de receber os vossos comentários, as vossas experiências e criar aqui um espaço de partilha que nos ajude, a todas, a evoluir (na vida e na carreira).

Ok, o nosso impacto no currículo pode (ainda :)) não ser tão garantido como o de um Lisbon MBA, mas podemos ajudar!

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